Sem esperar por mais ninguém,
me sento no banco frente ao mar,
quero fitá-lo,
enquanto penso nos meus erros.
Neste coloquio solitário,
enlevo meus pensamentos aos meus
sentimentos,
os misturo,
os deixo debaixo dos meus pesadelos.
Em último sentido,
esperei e esperei a tarde toda,
no pôr-do-sol, descobri que não viria ninguém,
mesmo em plena sombra da noite.
Me resta contemplar as estrelas.
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