No meu canto ao pé da janela;
a minha realidade me prende,
ser como um passáro engaiolado,
ser um cativo,
é passar a fio os dias, e sentir sua alma,
gritando,
pedindo socorro;
é não aguentar a prisão nas sombras.
Sento neste banquinho,
aqui é onde minha imaginação vem me visitar,
todas as noites,
quando chove, é quando fica mais triste,
por que ninguém me visita!

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