Era uma vez,
numa noite de sexta feira,
das lacrimosas nuvens, pesado choro
se estendia;
na terra escorria seus lamentos.
E findava-se uma história de amor.
Oh! Quão triste episodio
se sucedeu neste lugar de folhagens verdes.
Quão partido ficou o coração de ambos
ao saberem de seus destinos
jovens?!
Ah pobre rapaz; nem sua virilidade contra o
pai furioso pôde dar a ele sua chance de amar;
ah; que dor e dó da pobre mocinha, que lacrimava sem parar;
oh céus por isso choras?
Não acreditam que necessitam de algo
para acreditarem;
mas somente um ato para poder consumar seus amores:
o veneno que escorre agora em suas goelas,
é o que selou agora suas vidas e amores eternos.
Oh céus, oh Morte fria;
chorai, chorai...

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