quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Solidão de Morte

Quando eu sentar na areia, e olhar o horizonte
como se quisesse me impor contra ele;
é quando eu tentarei desejar me tornar cinzas;
querer ser carregado pelo vento,
ir longe,
por que a praia está sugando minha vida a cada passo.

Quando eu quiser me cortar para poder vazar
todo o estresse, toda a dor, toda a tristeza,
não darei aviso, não escreverei cartas;
quero fazer isso sem que percebam;
quero ir sem lamentos.

Quero ir embora deste mundo,
só me causa,
me causa problemas;
ou eu sou o problema?
O que está errado nisto?
onde eu errei para sofrer tanto, e depois as pessoas...
fingirem no inicio amizade, e no fim
sumirem?

Onde eu via bons amigos, vejo agora,
sombras distantes nesta praia vazia,
talvez tão vazia quanto meu coração,
ah que dor, achei que tinha amigos; alguém,
enganei-me.

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